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domingo, 15 de janeiro de 2012

Conhecimento Nutricional I - Caboidratos


A DRª  Isabela Guerra, a autora deste artigo, é Nutricionista graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - Doutora pela Universidade de São Paulo – Curso Interunidades em Nutrição Humana Aplicada; Consultora do Programa Viva Melhor da HP Brasil; Nutricionista do Programa das 10 Semanas; Sócia da REALFIT e autora do livro Ciência do Futebol no ano de 2004 fez uma excelente descrição sobre a associação da ingestão de alimentos ricos em carboidratos, proteínas, lipídeos com o desempenho do atleta. Não esquecendo a Hidratação.

Lembrando aos atletas ou pessoas comuns de que este texto não é um guia para ninguém. Toda pessoa com objetivos relacionados à alimentação deve procurar um Nutricionista para adequação de dietas dentre outras coisas.

NOTA Os outros posts da sequencia pertencem ao trabalho base desta mesma autora, mas para facilitar a absorção das informações aqui contidas resolvi subdividir  em partes.


Carboidrato


Para se manter e até mesmo aumentar os estoques de glicogênio muscular durante períodos de treinamento, é necessária uma dieta com elevadas quantidades de carboidrato.

A reserva de glicogênio muscular é a principal fonte de glicose para o exercício; quando esta reserva está baixa, a capacidade do atleta de se manter exercitando diminui.

A depleção de glicogênio pode ser um processo gradual que ocorre após dias de treinamento intenso, em que a reposição destas reservas não ocorre apropriadamente. Isso pode fazer com que o desempenho do atleta diminua, além do cansaço crônico.

A ingestão recomendada de carboidrato para atletas é de 6 a 10 g de carboidrato/kg de peso corporal/dia, porém deve ser levado em consideração o tipo a intensidade de treino para melhor se adequar essa recomendação à realidade do atleta.

Dependendo do tipo de esporte, sabe-se que o consumo de carboidrato não é atingido, como é o caso do futebol.

Ingestão de carboidrato antes do exercício

A refeição pré-competição tem como objetivos evitar que o atleta tenha fome antes e durante o exercício e mantê-lo atleta hidratado; ela deve conter baixas quantidades de fibras e gorduras, para evitar qualquer tipo de desconforto gastrointestinal; ser constituída de alimentos que sejam familiares ao atleta; e manter concentrações ótimas de glicose no sangue para o trabalho muscular durante o exercício.

Geralmente, os atletas são advertidos para comer de dois a três horas antes do início do exercício a fim de permitir um adequado esvaziamento gástrico. Se algum alimento permanecer no estômago ao se iniciar o exercício, o atleta pode se sentir nauseado e com um certo desconforto, já que o fluxo sangüíneo vai ser desviado do trato gastrointestinal para os músculos que estão se exercitando.

Muitos atletas que treinam ou competem pela manhã, por esquecimento ou conveniência, não se alimentam. O jejum diminui os estoques de glicogênio hepático em cerca de 80% e pode prejudicar o desempenho, especialmente em atletas que treinam ou competem em eventos de longa duração que dependem da glicose sangüínea.

As refeições devem ser ingeridas de três a quatro horas antes do evento e fornecer de 200 a 350 g de carboidrato (4 g de carboidrato/kg de peso corporal).


Ingestão de carboidrato durante o exercício

A ingestão de carboidrato durante exercícios que durem uma hora ou mais pode melhorar o desempenho, através do fornecimento de glicose para os músculos que estão se exercitando, quando seus estoques de glicogênio estiverem baixos.

Quanto menores os estoques de glicogênio nos músculos, maior é a taxa de utilização de glicose sangüínea. Quando os estoques de glicogênio hepático estão depletados, as concentrações de glicose sangüínea diminuem; neste estágio, algumas pessoas podem apresentar sintomas, como a hipoglicemia, tendo fadiga muscular local e reduzindo a intensidade do exercício.

O consumo de carboidrato durante o exercício com duração superior à hora assegura o fornecimento de quantidade de energia durante os últimos estágios do exercício. A taxa ideal de ingestão deve ser de 25 a 30 g de carboidrato a cada 30 minutos.

No caso particular do futebol, a ingestão de carboidrato durante um jogo melhora o desempenho dos jogadores, através da diminuição da utilização de glicogênio muscular.


Ingestão de carboidrato depois do exercício

A recuperação após o exercício é um desafio para o atleta, uma vez que geralmente ele treina exaustivamente; há um período que varia de 6 até 24 horas de recuperação entre as sessões de treinamento.

O processo de recuperação envolve a restauração dos estoques de glicogênio hepático e muscular e a recuperação de líquidos e eletrólitos perdidos através do suor. O tempo e a composição desta refeição depende da duração e da intensidade do exercício e de quando irá acontecer a próxima sessão.

Após o término do exercício, é necessário que a ingestão de carboidrato seja imediata, para que a reposição do glicogênio muscular seja completa, não comprometendo assim a recuperação do atleta.

A reposição ocorre mais rapidamente após o imediato término de exercício, principalmente por três motivos: o fluxo sangüíneo para os músculos nesta condição é maior e a célula muscular tem uma captação maior de glicose; neste período, os receptores celulares de insulina estão mais sensíveis, promovendo maior influxo de glicose e síntese de glicogênio; a glicogênio sintetase está com sua atividade maximizada, favorecendo o acúmulo de glicogênio na célula.

O recomendado é que se consuma cerca de 100 g de carboidrato nos primeiros 30 minutos após o exercício. A adição de 5 a 9 g de proteína a esta recomendação irá ajudar na ressíntese do glicogênio muscular, já que a proteína aumentará a resposta à insulina, ativando a síntese da enzima responsável pela deposição de glicogênio.



sábado, 14 de janeiro de 2012

Minotauro: 'Quero lutar no próximo UFC Brasil'


Em recuperação de cirurgia no braço, ex-campeão do UFC espera participar do evento em São Paulo, em junho



Vencedor do prêmio nocaute da noite no primeiro UFC Rio, em agosto de 2011, Rodrigo Minotauro está fora do evento na noite deste sábado. Ele operou o braço  direito  após perder para Frank Mir no UFC 140, em dezembro de 2011. O baiano de 35 anos, que se recuperava da lesão em San Diego, Estados Unidos, e chegou ao Rio na quinta-feira, está fazendo fisioterapia e já arriscou alguns exercícios. “É a primeira vez depois da cirurgia que usao aparelho.” Ele disse ainda que espera ter chance de lutar no Brasil em 2012. 

Como foi a derrota para Frank Mir? 
Foi um momento em que vi a vitória e a derrota em pouco tempo, uns dez segundos. Quando olhei para o lado vi minha equipe comemorando minha vitória... logo depois olhei de novo e o pessoal estava com cara de desespero, só tristeza. Foi uma virada horrível: estava muito perto da vitória, mas fui tentar a finalização e aconteceu o pior.

Sentiu muita dor na hora da lesão? 
Não senti nada, a dor grande veio depois. Olhei para o lado e vi meu braço em movimento não natural, parecia que estava saindo do corpo, fraturei o úmero. A lesão danificou um pouco meus dedos, perdi a sensibilidade principalmente no indicador, e por isso preferi fazer a cirurgia. E foi um sucesso, pouco mais de um mês da operação e já estou fazendo quase tudo com o braço.

Como está a recuperação? 
O médico me liberou para fazer bicicleta de mão na primeira semana, mas ainda esperei um pouco, só treinei quase quatro semanas depois. Estou começando a trabalhar com elástico e começo a fazer musculação próxima semana, quando a operação faz seis semanas. Estarei pronto para lutar em até seis meses.

Já tem alguma luta programada? 
No segundo semestre terá outro UFC no Brasil, e eu quero lutar aqui de novo. É um incentivo a mais. Com este objetivo, principalmente se for no meu país, vou treinar muito mais forte para vencer mais uma vez. 



Fonte: Davi Correia, do Rio de Janeiro

Lutas na Educação Física Escolar I


As lutas, como um ramo da educação física escolar, reúnem um conjunto de conteúdos e oportunidades que contribuem para o desenvolvimento integral do educando. Se considerado o seu potencial pedagógico, é um instrumento de enorme valor, nas mãos do educador, por sua ação corporal exclusiva, sua natureza histórica, e o rico acervo cultural que traz dos seus povos de origem.

Um interessante estudo buscou verificar se o conteúdo lutas é trabalhado nas escolas do município de Pau dos Ferros – RN, na qual esta pesquisa caracterizou-se como descritiva com abordagem quantitativa, onde foi utilizado como instrumento para a coleta de dados um questionário com perguntas objetivas adaptado de Ferreira (2006).

A população foi caracterizada pelos professores de educação física do ensino fundamental e médio das escolas públicas e privadas do município de Pau dos Ferros - RN, sendo que a amostra constituiu-se de 18 professores de ambos os sexos.

Dos 18 professores pesquisados, 07 (38,9%) utilizavam as lutas como conteúdo de ensino e 11 (61,1%) não utilizam o mesmo em suas aulas. Dos 07 (38,9%) que responderam positivamente, 04 (57,1%) ministravam suas aulas através de práticas recreativas/lúdicas, 01 (14,3%) com ajuda de um especialista, 01 (14,3%) através de vídeos e 01 (14,3%) outras alternativas.

Dos 11 (61,1%) que responderam negativamente, 03 (27,3%) justificaram não ministrar esse conteúdo pela falta de instrução, 01 (9,1%) a escola não tem condições de oferecer esse tipo de prática e 07 (63,6%) outras alternativas, não constando nenhum resultado para conteúdo inadequado e falta de colaborador.

No que dizer respeito a definição do termo lutas, dos 18 entrevistados, 02 (11,1%) dizem que somente as técnicas pré-existentes podem ser consideradas lutas, e os outros 16 (88,9%) afirmam que qualquer atividade em que dois oponentes se enfrentam, tentando superar o outro, é um tipo de luta.

Não houve respostas positivas com relação às lutas gerarem violência, porém, de acordo com 55,6% (10) da amostra, isso é um fator que depende do professor que ministra a aula. Portanto, pôde-se perceber que há uma carência por partes dos professores de educação física quanto à utilização do conteúdo lutas em suas aulas.

Mostra-se necessário então, que estes professores busquem rever as possibilidades de conteúdos, diversificando suas aulas, sua metodologia e oferecendo aquilo que a disciplina dispõe como conteúdos, mesmo que para isso tenham que pesquisar, buscar auxílio com outros profissionais e até mesmo adaptar/criar condições para que a escola se torne um ambiente favorável a essa prática.

Pesquisas importantes definem que as lutas representam uma das manifestações do movimento humano mais expressivas, trabalhando o corpo e a mente de forma indissociáveis, sempre ligadas a uma filosofia de vida, privilegiando o respeito ao outro e o auto-aperfeiçoamento, tendo a autodefesa como meta. 

Dizem  também que, as lutas trazem inúmeros benefícios ao usuário no que se refere ao desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo-social. Destaca-se no aspecto motor, a lateralidade, o controle do tônus muscular, o equilíbrio, a coordenação global, a idéia de tempo e espaço e a noção de corpo; no aspecto cognitivo, a percepção, o raciocínio, a formulação de estratégias e a atenção; e por fim, no aspecto afetivo social, se observa nos alunos alguns aspectos importantes como a reação a determinadas atitudes, a postura social, a perseverança, o respeito e a determinação, além de favorecer a criança a desenvolver o sentido do tato, extravasar e controlar a agressividade, aumentar a responsabilidade, pois ajuda o aluno a cuidar da integridade física do colega.

A presença das lutas nas escolas é pequena, e, quando existe, é ministrada por terceiros e desvinculada da disciplina de educação física, em atividades extracurriculares ou por meio de grupos de treinamento. A literatura mostra duas justificativas apresentadas por professores de educação física para esta restrição da prática de lutas na escola: a primeira é a falta de vivência dos docentes sobre o tema, tanto no cotidiano de vida, como na formação acadêmica; a segunda é que a violência seria intrínseca às lutas, e sua prática estimularia a agressividade nos alunos.

A presença das lutas nas escolas é pequena, e, quando existe, é ministrada por terceiros e desvinculada da disciplina de educação física, em atividades extracurriculares ou por meio de grupos de treinamento.

A literatura mostra duas justificativas apresentadas por professores de educação física para esta restrição da prática de lutas na escola: a primeira é a falta de vivência dos docentes sobre o tema, tanto no cotidiano de vida, como na formação acadêmica; a segunda é que a violência seria intrínseca às lutas, e sua prática estimularia a agressividade nos alunos. Esta segunda justificativa hoje já esta bem defasada visto que na pesquisa base deste texto os professores não apontam positivamente as lutas como desencadeadores de violência.

A matéria poderia tornar-se muito longa e confusa, mas o que gostaria de enfatizar é que Pedagogos e bacharéis em Ed. Física repensem melhor essas situações, desenvolvam mais epsquisas na área e transformem o Brasil o pais das Lutas, das competições e não só o país do Futebol.





quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

SAMBO - SAMoobarona Bez Oruztiya


O Sambo é a arte marcial híbrida sistematizada em 1938 na Rússia, para fins militares.
Seu praticante mais conhecido é Fedor Emilianenko

O sambo foi trazido para o Brasil graças ao trabalho de Carlos "Jimmy" Maia e Marcelo Capano, hoje membros dirigentes da Confederação Brasileira Amadora de Sambo (CBAS). É considerada uma luta amadora devido ao uso de equipamentos de proteção.

O Sambo é uma arte marcial hibrida de origem russa, que já existia muito antes de artes marciais mistas (MMA), têm quase todos os movimentos que se possa imaginar e técnicas englobando todas as distâncias de combate, punhos, cotovelos, joelhos, pernas e quedas, projeções, raspagens, estrangulamentos, chaves e todos os tipos de submissões. Sambo (em sua versão esportiva) é uma das quatro principais formas de wrestling amador competitivo praticadas hoje, os outros três sendo luta greco-romana, estilo livre de luta(luta olimpica) e judô, e é governado mundialmente pela FIAS e no Brasil pela CBAS, Confederação Brasileira Amadora de Sambo.

A palavra Sambo é um acrônimo em russo para "САМозащита Без Оружия" CAMBO, ou "SAMozashchita Bez Oruzhiya" SAMBO, o que significa defesa pessoal sem armas.
Sambo nasceu da necessidade de aparelhar com técnicas de combate as forças armadas soviéticas. Equipes de especialistas surgiram para melhorar o sistema de combate, baseados em viagens aos países de origem de artes marciais consideradas eficientes e em conhecimentos prévios de militares que estiveram nesses países. Estas equipes de especialistas pesquisaram artes marciais de diversas partes do mundo como Japão, China, Europa e Mongólia para integrá-los em um único sistema com uma mistura de um total aproximado de 25 diferentes lutas das repúblicas soviéticas e da estepe russa. Alguns dos sistemas de combate regional incluiam Tuvan khuresh, o mongol khapsagai e bökh, Chuvash akatuy, o chidaoba georgiano, o Kurash kokh armênio e usbeque. O resultado das pesquisas foi uma seleção das melhores técnicas de disciplinas como Judô, JuJutsu, karatê, Boxe inglês, Boxe francês (Savate), Muay Thai e diversos tipos de kung fu/wushu que se fundiram com as lutas nativas e também técnicas de esportes olímpicos como o wrestling, sempre testando essas disciplinas com base nos conhecimentos de anatomia e dinâmica corporal, o que fez surgir golpes e técnicas especificas de sambo.
Mas o sambo não surgiu assim tão linearmente, como pode parecer a principio, duas variantes principais iniciaram o desenvolvimento do sambo e depois foram unificadas em um único sistema, e, portanto disputam o título de fonte do sambo.

O Sambo originou-se da junção de técnicas de autodefesa criadas ao mesmo tempo, porém independentemente, por Vasili Oshchepkov (1892-1937) e Viktor Spiridonov (1881-1943), técnicas estas com o mesmo nome (Sambo), porém com estilos diferentes. O estilo proposto por Spiridonov, um notório pesquisador de lutas, possuía raízes na luta Greco-Romana, lutas eslavas, Aiki-jiu-jitsu japonês e diversas lutas chinesas. Spiridonov foi o primeiro a desenvolver técnicas relacionadas ao Sambo.

A influência Oshchepkov eram os Aiki-jiujitsu Tenjin Shin’yo Ryu e Kito Ryu além do judo. O estilo proposto por Oshchepkov  é o que mais se assemelha ao Sambo atual. Oshchepkov foi executado em 1937, durante o sistema de expurgos políticos promovidos pelo regime de Stalin.
Anatoly Kharlampiev (1906-1979), aluno de Oshchepkov, aprimorou o estilo proposto pelo mestre, compilando ainda as técnicas de Spiridinov. Foi também o responsável pelo reconhecimento da arte marcial junto ao comitê de esportes da URSS. Por suas contribuições técnicas e políticas, é reconhecido, por vezes, como criador do Sambo contemporâneo.
Entretanto, não há um consenso universal sobre a existência de um criador único do Sambo.

Sambo é o esporte nacional russo com mais de 500.000 profissionais e está ganhando popularidade hoje por causa do colapso da antiga União Soviética, que levou à perda do sigilo que impedia a divulgação, com penas de morte ou prisão. E pela saída de praticantes que saíram pelo mundo, buscando demonstrar sua superioridade sobre outros sistemas de combate desde o seu início quando um grupo de alunos de um dos seus criadores, Spiridonov, venceu a equipe alemã do judô em 1928 (quando o sambo ainda estava se desenvolvendo) ou quando Boris Mishenko derrotou Isoo Okano em 1964 na mais alta instituição do Judô, o Kodokan Institute, ou mais recentemente pelo excelente desempenho dos atletas, como Andrei Arlovski ou Tartarov Oleg em torneios como o "UFC" ou Fedor Emelianenko campeão mundial se sambo e do campeonato de MMA, que por muito tempo bateu os melhores representantes de disciplinas como Muay Thai, jiu jitsu brasileiro ou Valetudo, atualmente Fedor já não está mais tão em alta, mas dominou o MMA por quase uma década. Originalmente o sambo foi utilizado como sistema de combate do Exército Vermelho e da polícia secreta e depois de unidades de elite como o Spetsnaz, também é atualmente utilizada como defesa pessoal e controle de multidões, os corpos policiais, funcionários de hospitais psiquiátricos, oficiais militares, e funcionários de prisões, guarda-costas e o pessoal de segurança privada.

No Brasil o Sambo foi introduzido e divulgado por Jimmy Maia, atual presidente da CBAS, e Marcelo Capano, Secretário da CBAS. A CBAS, Confederação Brasileira Amadora de Sambo, é reconhecida e apoiada pela FIAS, que é o órgão mundial que regula o sambo. Estão baseados no Rio de Janeiro e anualmente ministram cursos de qualificação de instrutores, para pessoas que já sejam instrutores em outras artes marciais. 

No caso de uma pessoa se iniciar pelo sambo ela deve seguir um sistema de graduação, como em qualquer arte marcial, iniciando no grau Novichok e terminando no grau de Uchitel, são 8 graus, 5 concedidos pela Confederação local, que vai até o grau de instrutor/técnico, os graus seguintes dependem de vitórias em competições internacionais e da validação por membro da FIAS.

Embora tenha sido concebido como um sistema único, existem quatro versões de Sambo.

  •   Sambo esportivo: em termos de estilo, seria, a grosso modo, uma junção da Luta Livre e o Judô. A competição é semelhante a luta japonesa, com algumas diferenças em relação às regras, protocolo e uniforme. Por exemplo, permite todas as chaves de perna.
  •   Sambô auto-defensivo: similar ao Jiu-jitsu e o Aikido, utilizado na defesa contra agressão armada ou desarmada.
  •   Sambô de combate: Utilizado e desenvolvido pelos militares. É a raiz do Sambô. Inclui formas de combate completas, incluindo chutes e socos. Embora tenha um caráter mais agressivo e sujeito a contusões, existem competições nesta versão.
  •  Sambo especial: desenvolvido para as Forças Especiais do Exército e Forças de Reação Rápida. O estilo nesta versão diferencia de acordo com as tarefas e objetivos. Seria, em tese, um complemento ao Sambo de combate.
A American Sambo Association (ASA) pretende introduzir o Freestyle Sambo, que seria o Sambo esportivo com mais golpes de imobilização. Socos não são permitidos no Freestyle sambo.
O Combat Sambo possui ainda golpes desenvolvidos especialmente para ele e golpes com qualquer parte do corpo em qualquer parte do corpo. O Sambo Especial inclui a prática com armas e técnicas de desarmamento, defesa com armas não-letais, algemas, cassetetes, etc.

O Sambo como arte marcial completa e não apenas como esporte inclui todas as versões, um praticante dedicado a aprender o Sambo como arte marcial deve dominar todos estes aspectos. Isto porque nenhuma técnica de sambo é ineficiente para defesa sendo exclusiva para campeonatos, como acontece em outras artes marciais, o que acontece é que o sambo auto-defensivo pode se ocupar mais das técnicas para situações mais comuns de defesa pessoal, mas precisamos lembrar que é impossível prever exatamente o que acontecerá em uma situação de perigo real, por isso todas as técnicas são importantes, desde socos e desarmes até chaves de pé, perna e técnicas de palma contra a região do baixo ventre.

É claro que uma pessoa que deseja ser apenas um atleta de uma versão do sambo pode praticar apenas as técnicas requisitadas em sua modalidade, mas esta é uma escolha pessoal e não uma deficiência do sambo.
Um praticante de Sambo normalmente veste uma jaqueta semelhante a um kimono, porém mais justa e com abas sobre os ombros, de cor vermelha ou azul. Pode-se usar qualquer cor nos treinos, mas estas são as cores oficiais - chamado kurtka, uma faixa -há suportes na kurtka para que a faixa não escape com facilidade abrindo a kurtka, como acontece no jiujitsu e judô, shorts da mesma cor da kurtka e sambovki (botas) de luta semelhantes as do wrestling. Além disso para a prática de Combat Sambo são necessários luvas de MMA, capacete, protetor bucal, coquilha e caneleiras, pois nessa modalidadeé permitido golpes contundentes, inclusive cabeçadas. É preciso acrescentar que a kurtka é pensada para simular qualquer tipo de roupa, como jaquetas, regatas, uniformes militares ou camisas.

Vladímir Vladímirovitch Putin Primeiro Ministro da Rússia é conhecido ser praticante de artes marciais. Pratica sambo (graduado como mestre - faixa azul), e judô (faixa vermelha e branca, sexto Dan).
Embora não seja o primeiro político praticante de artes marciais, é o que possui os melhores resultados. Em função destes resultados, possui os títulos honorários de presidente da Federação Internacional Amadora de Sambô (FIAS) e da Federação Internacional de Judô (FIJ).
Vladímir Vladímirovitch Putin - Mestre/Faixa Azul em Sambo

Para maiores detalhes os seguintes sites devem ser consultados:


http://sambobrasil.webnode.com.br/ 


http://www.sambobrasil.blogspot.com/ 



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Avaliação de uma intervenção nutricional em lutadores


A respeitadíssima revista Brazilian Journal of Sports and Exercise Research em 2011 publicou um artigo denominado:

AVALIAÇÃO DE UMA INTERVENÇÃO NUTRICIONAL EM LUTADORES

Lembrando que este texto foi baseado num estudo específico bastante sério, mas que não deve ser levado como uma regra. Todo atleta precisa passar por uma criteriosa avaliação multidisciplinar antes de tudo, mas a informações aqui contidas servem como norteadoras de função de certos grupos de alimentos e nutrientes.
Não deixa de ser conhecimento agregado.


Este trabalho teve o objetivo de avaliar o estado nutricional de atletas de modalidades de luta, e sugerir um plano alimentar específico.

Existem poucos trabalhos que estudam a ingestão alimentar de lutadores. 

A metodologia do trabalho foi que em avaliação inicial foram determinados: peso corporal, altura, dobras cutâneas (para determinação da composição corporal), diário alimentar (quatro dias não consecutivos), dados bioquímicos (uréia e creatinina plasmáticos e urinários, glicemia de jejum, colesterol total, LDL e HDL). Foi proposto um plano alimentar constituído basicamente pela melhor distribuição entre macronutrientes, do número de refeições e aumento da densidade de nutrientes essenciais. O plano foi acompanhado por três meses. Após esse período, os atletas foram submetidos a uma nova avaliação antropométrica.

Em lutas, sabe-se que o peso corpóreo é fator determinante para a classificação dos atletas em competições.

O American College of Sports Medicine condena, por exemplo, a perda ponderal rápida que é muito adotada por lutadores. Estratégias de severa restrição energética, diminuição drástica da água corporal (por indução de vômitos, ambientes quentes, ingesta de diuréticos, supressores de apetite). Um estudo muito sério realizado na década de 90 detectou maior prevalência de sobrepeso, obesidade e cardiopatias nos período de destreinamento em ex-lutadores que tinham o hábito de adotar estratégias severas para perda de peso.

Foram acompanhados 13 atletas na amostra total, sendo 07 atletas de judô e 06 atletas de jiu-jitsu, de ambos os sexos (sete homens e seis mulheres), com idade entre 18 e 24 anos, na cidade de Santos-SP. Na época do estudo (2001), todos os avaliados participavam de competições e praticavam esse tipo de atividade por pelo menos duas horas diárias. O tempo médio de treinamento diário era de 3,5h.

As diferentes modalidades de luta utilizam como fonte de energia predominantemente os sistemas anaeróbios: ATP-CP e glicogênio muscular, o que justificaria a necessidade de se manter elevada o consumo de carboidratos. Geralmente os campeonatos são lutas sucessivas, tornando assim mais intensa a utilização do Glicogênio muscular e significativa contribuição do metabolismo aeróbio.

O baixo consumo de carboidratos pode aumentar o risco de acidose metabólica pelo desvio dos ácidos graxos para a formação de corpos cetônicos e pela perda de massa muscular.

A ingestão elevada de lipídeos está associada ao aparecimento de uma série de doenças como diabetes, obesidade e alguns tipos de câncer. É também classicamente descrito que o corpo humano transforma facilmente esse excesso de energia em tecido adiposo, comparado ao mesmo conteúdo calórico oriundo de carboidratos ou proteínas.

Uma das maiores preocupações com relação ao acompanhamento de atletas, é que os efeitos prejudiciais de condutas inadequadas possivelmente só venham a se manifestar mais drasticamente depois de encerrada a vida esportiva do mesmo, ou seja, no período de destreinamento.

Outro ponto observado na dieta dos atletas foi a baixa ingestão de micronutrientes, conseqüentes a um baixo consumo de frutas, verduras, legumes e cereais integrais. Por exemplo, as vitaminas do complexo B apresentaram-se diminuídas em relação às recomendações estabelecidas. A deficiência dessas vitaminas, além do risco aumentado de doenças, pode levar a maiores dificuldades na adequação na composição corporal uma vez que as mesmas participam como co-fatores fundamentais para os processos de oxidação de carboidratos, lipídios, e proteínas. A deficiência de tiamina pode levar o indivíduo ao desenvolvimento de anorexia. A baixa ingestão de folato, além de também estar relacionada ao desenvolvimento de anorexia, aumenta o risco de anemia, perda de peso, diarréias, glossites, e alterações dermatológicas das mais variadas.

Os níveis de cálcio também foram encontrados abaixo do esperado. A adaptação na ingestão de cálcio é fundamental para garantir a eficiência dos processos de contração muscular e, dado o risco aumentado de osteoporose entre mulheres, nestas a deficiência é fator de especial atenção. O consumo de ferro por parte das mulheres foi menor do que o recomendado.

Depois de sofrerem a intervenção nutricional tornou-se comum ouvir relatos equivocados dos atletas que sofriam da falsa impressão de ingerir uma quantidade demasiada de calorias devido ao fracionamento maior da dieta proposta neste trabalho. Havia o temor de aumentar o peso corporal. Estes atletas estavam acostumados a comer apenas 03 vezes ao dia. Após a introdução deste habito os atletas unanimemente relataram melhora nos treinos, o que favoreceu bastante a adesão ao tratamento.

Por fim os autores concluíram que a orientação alimentar mostrou-se eficaz para a adequação da composição corporal em atletas lutadores. Pressupõe-se que um período maior de aplicação do plano alimentar pudesse trazer resultados ainda melhores. Essa estratégia seria importante não somente na perda de peso corporal, mas também na otimização da distribuição entre tecido adiposo e tecido magro.

Mais estudos são necessários com o intuito de avaliar melhor este tipo de intervenção.

No Quadro 1. vemos de um lado a coluna de problemas nutricionais e do outro as alterações sugeridas pelos autores.


As tabelas a seguir trazem os achados estatísticos da pesquisa.




Bom Apetite e Consulte sempre um bom Nutricionista.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

UFC #141 - Salários

O UFC já divulgou os salários do último evento do ano.



Alistair Overeem: $385,714.28
Brock Lesnar: $400,000
Nate Diaz: $74,000 + $75,000 (bônus de melhor luta)
Donald Cerrone: $30,000 + $75,000 (bônus de melhor luta)
Johny Hendricks: $52,000 + $75,000 (bônus de melhor nocaute)
Jon Fitch: $60,000
Alexander Gustafsson: $32,000
Vladimir Matyushenko: $40,000
Jim Hettes: $16,000
Nam Phan: $8,000
Ross Pearson: $40,000
Junior Assunção: $8,000
Danny Castillo: $38,000
Anthony Njokuani: $12,000
Dong Hyun Kim: $82,000
Sean Pierson: $8,000
Jacob Volkmann: $32,000
Efrain Escudero: $10,000
Diego Nunes: $24,000
Manny Gamburyan: $18,000

É um belo esporte com Belos Salários. Vale muito a pena se preparar para ser um lutador, mas lembremo-nos de que somente o dinheiro não importa mas sim a eternidade dos feitos.

Salute UFC!!!




domingo, 1 de janeiro de 2012

Conheça um pouco do Sumô


O esporte nacional do Japão é o Sumô. Desde o livro Kojiki (crônica do passado) de 712 d.C. o Sumô  é retratado. Na mitologia japonesa, há uma lenda que afirma que a origem da “raça japonesa” teria vindo de uma luta de Sumô  entre o deus Take-mikazuchi e o líder de uma tribo rival.

Diferentemente de outras lutas o Sumô  conserva consigo um regulamento que não separa os atletas por categorias de peso. Este regulamento é bem antigo e consta de duas regras bem claras:

  • A primeira delas foi estabelecida no ano 726 pelo Imperador Shomu, o Grande, que aboliu ataques letais, chutes no corpo. Antes deste comando formal, dizia-se que a luta de Sumô  deveria continuar até que um dos lutadores fosse morto ou fatalmente ferido. Ficou estabelecido, apartir desta regra, que a luta seria decidida quando um dos lutadores tocassem o chão com qualquer outra parte do corpo que não fosse a sola dos pés.
  • A segunda foi à adoção do círculo onde ocorre a luta, algo iniciado com o famoso Guerreiro e Líder Nobunaga Oda, no século XVI, mais ou menos 850 anos depois do estabelecimento da primeira regra citada acima. E esta mudança, destinada a regulamentar a luta, que até este tempo ocorria em um espaço não delimitado, a partir de então passou a ocorrer dentro de um círculo de 3,9m de diâmetro, colocado no topo de um monte quadrado, que recebeu o nome de Dohyo. Com isto, outra regra básica foi estabelecida para a vitória ou perda de uma luta, ou seja, a luta termina quando um lutador consegue jogar seu oponente fora do pequeno círculo de tal maneira que qualquer parte de seu corpo toque primeiro o chão fora do círculo do ringue.

Com a formalização da não letalidade do esporte atletas menores poderia usar de diversas formas para fazer o seu oponente pisar fora do circulo, assim vencendo a luta.
Contando com menos de 100 golpes no início, o Sumo hoje tem cerca de 300 golpes, que fazem estas disputas durarem de 10 a 15 segundos, trasnformando o esporte na luta mais rápida e simples do mundo (como dizem alguns estudiosos).

Não é incomum que 06 árbitros julguem uma luta, para que um resultado justo seja lançado. Em 1955 o tamanho do circulo foi aumentado de 3,9m para 4,5m.

O Juiz mais venerável é chamado de Gyoji e se coloca no meio do Dohyo onde é anunciado o início e o fim das lutas bem como os rituais tradicionais.
Se um Gyoji tiver dúvidas de quem venceu a luta os outros 05 juízes são colocados ao lado do circulo e em seguida chamados ao centro para discutir a questão.
Se mesmo assim existirem dúvidas o Gravador de vídeos é convidado a se juntar aos juízes. Em 1969 este recurso moderno foi adotado pela conservadora Associação de Sumo. Sendo este o primeiro esporte a utilizar este recurso que hoje é tão comum.

Um detalhe interessante é que os doiss juízes mais importantes levam um punhal com eles para o Dohyo, e isto significa que se eles fizessem um julgamento errado eles se matariam imediatamente. Apesar de em uma recente entrevista um Gyoji dizer que não se mataria de forma alguma.

No Sumô  é necessário que o atleta faça uma dieta especial a base do chamado Chanko-Nabe. Uma mistura de peixe e galinha e vários vegetais. Quando o Chanko é preparado, tantos tipos de comida quando possível, exceto carne de quadrúpedes, são misturados. O motivo da exclusão da carne quadrúpede é que esses animais são a imagem de um lutador de Sumo quando ele toca o chão com as mãos. Diz-se que os lutadores de Sumô consomem mais de 8.000 calorias por dia com o Chanko.

Os lutadores de Sumô  levantam às 5 ou 6 da manhã todos os dias, começam seu treinamento imediatamente, e continuam até o meio dia. Então eles comem a primeira refeição de Chanko.
O motivo para tal é que se os lutadores comessem qualquer coisa antes do treino, as horas extremamente duras e longas de treinamento os faria vomitar tudo o que comeram.

Depois desta refeição tão tarde e tão pesada, eles tiram uma soneca e descansam até a próxima refeição ali pelas 6 da tarde.

Depois do jantar eles mais uma vez ficam sem ter nada que fazer, e vão dormir muito cedo, por volta das 9 ou dez da noite.

Hoje os lutadores de Sumô  são cerca de 1,5 mais pesados que os lutadores de outrora. Com essa tendência de engorda os treinadores acharam mais viável trazer lutadores de outros países para o Japão. Nesta “importação” idéias ocidentais começaram a ser agregadas a luta como a de um aparato de vídeo colocado em 1969 como havia escrito anteriormente.

Parece que mais uma vez a idéia de que deve haver um peso certo para a luta está revivendo, especialmente levando-se em consideração que o espaço do Dohyo permanece relativamente bastante limitado.

As categorias são divididas por sexo, idade (pra atletas até 19 anos) e peso (para adultos) em alguns países:
Mirim (até 13 anos)

Infantil (13 a 16 anos)
Juvenil (16 a 19 anos)
Leve (85kg para homens e 65kg para mulheres)
Médio (85kg a 115kg para homens e 65kg a 85kg para mulheres)
Pesado (acima de 115kg para homens e acima de 85kg para mulheres)
Absoluto (sem limite de peso)


Vale advertir que no Japão e em vários outros países, só existe a categoria absoluta, por razões de tradição.

Há várias gradações no sumô profissional, que vão da jyonokuchi até a mais alta de todas, amakuuchi (que ainda possui cinco subdivisões, sendo a mais alta a yokozuna). Segundo estatísticas, cerca de 90% dos lutadores profissionais não chegam ao juryô, que antecede a makuuchi, e apenas 0,1% alcançam a yokozuna.

Na cultura japonesa, os yokozuna (campeão dos campeões), que nunca são rebaixados, são considerados semideuses, e gozam de todas as regalias. Eles chegam a ter mais prestígio junto ao Imperador do que o próprio primeiro ministro, não precisando nem marcar audiência para serem recebidos pelo Imperador.

O único grande campeão yokozuna no Japão de agora veio da Mongólia e chama-se Asashoriyo. Ele demonstrou suas consideráveis habilidades técnicas na excursão do Grande Torneio de Sumô que teve lugar na capital Sul-Coreana.
O governo coreano proibiu a entrada de qualquer manifestação da cultura japonesa na Coréia por mais de meio século depois da Segunda Guerra Mundial. Então, não se pode negar a pitada de ironia neste importante evento histórico, quando o povo coreano recebeu e aplaudiu o Sumo e a beleza dos seus rituais e formalidades. Isso mostra a força do esporte em fortificar relações saudáveis.
Naturalmente fica a sugestão para os atletas e futuros atletas deste esporte que façam consultas periodicamente com Nutricionistas, Médicos, Fisioterapeutas, e que tenham acompanhamento de perto de um Profissional de Educação Física.

Atletas Ilustres que já treinaram Sumô
  • Lyoto Machida Lutador de MMA e Karate, Foi campeão dos meio-pesados do UFC. Nascido em Salvador, Bahia, foi criado em Belém do Pará. Sua família é bastante tradicional no Karate, estilo Shotokan. Nesta modalidade, conquistou o título panamericano em 2001.Começou a treinar Sumo aos 12 anos de idade, em Belém do Pará. Disputou o Campeonato Brasileiro de Sumo em 2000.



  • Masumi Takayama atleta da seleção brasileira de Kendo que disputou o 14º campeonato mundial nos dias 28 e 29 na cidade de São Bernardo do Campo. Conquistou a terceira colocação por equipes. Lutou Sumo pela equipe de São Paulo até a categoria juvenil.



  • Edson Kudo o técnico da seleção brasileira de Luta Olímpica foi lutador de Sumo da equipe de São Paulo na década de 80. Além de ser um dos maiores atletas é ainda um dos grandes divulgadores da modalidade no Brasil, além de faixa preta no Judo.

  • Alan Galvão o atual campeção brasileiro dos pesos médios é também o 3º colocado no campeonato mundial de Jiu Jitsu esportivo, na categoria pesadíssimo adulto faixa preta, que aconteceu neste ano no ginásio do Ibirapuera, no dia 17 de julho!


Espero que apreciem. Foi bastante complicado achar material confiável para postar.


Existe um blog com um material muito interessante sobre o esporte em questão: http://sumobrasileiro.blogspot.com

Deste Blog retirei algum material para acrescentar na matéria.


Boa noite